DNA ROLA MOÇA

A história da Rola Moça é fruto do amor e dedicação de um jovem casal empreendedor que, em 1996, em virtude da necessidade de criar e produzir peças comercializáveis, deu origem à marca.

Inicialmente as peças mesclavam entre diferentes estilos e eram produzidas em um pequeno quarto de apartamento por ela, enquanto ele viajava para vendê-las. A demanda pelos produtos de moda fitness da Rola Moça crescia a cada dia, quando em 2001 a Rola Moça passou por um reposicionamento de marca e começou a investir exclusivamente no segmento fitness.

Para garantir excelência em qualidade, todos os processos, da criação ao acabamento, passando pelo corte e estamparia, são realizados dentro da fábrica da Rola Moça, localizada em Estrela no Rio Grande do Sul.

Hoje, após 20 anos, a Rola Moça é um referencial em moda esportiva no mercado. Uma marca que agrega qualidade, design e tecnologia em cada peça desenvolvida. Suas cores vibrantes, tecidos inteligentes, estampas digitais, sublimações e modelagens criteriosas proporcionam looks diferenciados e antenados às principais tendências de moda conquistando o Brasil e o mundo.

ORIGEM DO NOME

A SERRA DO ROLA-MOÇA

A Serra do Rola-Moça
Não tinha esse nome não...
Eles eram do outro lado,
Vieram na vila casar.
E atravessaram a serra,
O noivo com a noiva dele
Cada qual no seu cavalo.

Antes que chegasse a noite
Se lembraram de voltar.
Disseram adeus pra todos
E puseram-se de novo
Pelos atalhos da serra
Cada qual no seu cavalo.

Os dois estavam felizes,
Na altura tudo era paz.
Pelos caminhos estreitos
Ele na frente ela atrás.
E riam. Como eles riam!
Riam até sem razão.

A serra do Rola-Moça
Não tinha esse nome não.

As tribos rubras da tarde
Rapidamente fugiam
E apressadas se escondiam
Lá embaixo nos socavões
Temendo a noite que vinha.

Porém os dois continuavam
Cada qual no seu cavalo,
E riam. Como eles riam!
E os risos também casavam
Com as risadas dos cascalhos
Que pulando levianinhos
Da vereda se soltavam
Buscando o despenhadeiro.

Ah, Fortuna inviolável!
O casco pisara em falso.
Dão noiva e cavalo um salto
Precipitados no abismo.
Nem o baque se escutou.
Faz um silêncio de morte.
Na altura tudo era paz...
Chicoteando o seu cavalo,
No vão do despenhadeiro
O noivo se despenhou.

E a serra do Rola-Moça
Rola-Moça se chamou.

Mário de Andrade - 1927
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