DNA ROLAMOÇA

Beleza para a sua vida, tecnologia para o seu corpo e moda para o seu treino!

Acreditamos que cada momento deve ser curtido com segurança e beleza, e que a sua única preocupação deva ser viver e treinar intensamente tendo a certeza de que está arrasando. Pensando nisso, a Rola Moça cria peças atuais, com extremo conforto e muita beleza para as moças de mais de 25 países, onde é referência em moda esportiva.

A marca é reconhecida nacional e internacionalmente por sua qualidade, durabilidade, tecnologia e estilo presentes em tudo o que faz, ganhando a paixão de quem veste.

Rola Moça para toda a vida.

ORIGEM DO NOME

MISSÃO, VISÃO E VALORES

ROLAMOÇA

Missão

Desenvolver, Produzir e Comercializar peças de Moda Esportiva e Moda. Garantir Confiança e Continuidade do Negócio através de Produtos de valor agregado à Marca que gerem desejo de consumo e bem-estar ao consumidor final.

Visão

Ser uma referência de qualidade e conceito no ramo em que atua, preservando o mercado já alcançado e expandindo-se para novas fronteiras de negócios no Brasil e no Exterior.

Valores

* Excelência em tudo o que refere à Empresa, Produtos e Serviços.

* Ser ético e íntegro em todas as relações humanas.

* Trabalhar a partir de um comprometimento em parcerias com Clientes, Fornecedores e Colaboradores.

DNA ROLA MOÇA

ORIGEM DO NOME

A SERRA DO ROLA-MOÇA

A Serra do Rola-Moça
Não tinha esse nome não...
Eles eram do outro lado,
Vieram na vila casar.
E atravessaram a serra,
O noivo com a noiva dele
Cada qual no seu cavalo.

Antes que chegasse a noite
Se lembraram de voltar.
Disseram adeus pra todos
E puseram-se de novo
Pelos atalhos da serra
Cada qual no seu cavalo.

Os dois estavam felizes,
Na altura tudo era paz.
Pelos caminhos estreitos
Ele na frente ela atrás.
E riam. Como eles riam!
Riam até sem razão.

A serra do Rola-Moça
Não tinha esse nome não.

As tribos rubras da tarde
Rapidamente fugiam
E apressadas se escondiam
Lá embaixo nos socavões
Temendo a noite que vinha.

Porém os dois continuavam
Cada qual no seu cavalo,
E riam. Como eles riam!
E os risos também casavam
Com as risadas dos cascalhos
Que pulando levianinhos
Da vereda se soltavam
Buscando o despenhadeiro.

Ah, Fortuna inviolável!
O casco pisara em falso.
Dão noiva e cavalo um salto
Precipitados no abismo.
Nem o baque se escutou.
Faz um silêncio de morte.
Na altura tudo era paz...
Chicoteando o seu cavalo,
No vão do despenhadeiro
O noivo se despenhou.

E a serra do Rola-Moça
Rola-Moça se chamou.

Mário de Andrade - 1927

DNA ROLA MOÇA